Temer é chefe de organização criminosa, diz Joesley batista

Em entrevista exclusiva à Revista Época, que chega às bancas amanhã, dia 17, Joesley Batista detalha como se tornou o maior comprador de políticos do Brasil

Michel Temer: empresário faz várias ataques ao presidente em entrevista à Época

De volta ao Brasil, o empresário Joesley Batista deu uma entrevista exclusiva à Revista Época, na edição que chega às bancas amanhã, dia 17,  em que detalha como se tornou o maior comprador de políticos do país.

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Lula nunca quis ficar rico, diz Gilberto Carvalho na Lava Jato

Para o ex-chefe do gabinete pessoal da Presidência, o petista “nunca” usou a função de presidente “para auferir recursos próprios”

Gilberto Carvalho prestou depoimento nesta terça-feira, 13, como testemunha de defesa do ex-presidente Lula

O ex-chefe do gabinete pessoal da Presidência da República Gilberto Carvalho (Governo Lula) afirmou em depoimento na Operação Lava Jato que o petista ‘nunca’ usou a função de presidente ‘para auferir recursos próprios’. Gilberto Carvalho prestou depoimento nesta terça-feira, 13, como testemunha de defesa do ex-presidente Lula.

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Deputado federal Paulinho da Força perde direitos políticos por cinco anos

O presidente do Solidariedade é acusado de improbidade na utilização dos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)

A 6ª Turma do Tribunal Regional  Federal da 3ª Região (TRF-3) determinou a suspensão dos direitos políticos do deputado federal Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força Sindical, por improbidade na utilização dos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). De acordo com denúncia do Ministério Público Federal, o parlamentar, como presidente da central sindical, contratou sem licitação a Fundação João Donini, para ministrar cursos profissionalizantes para desempregados e pessoas de baixa renda utilizando recursos do FAT. O deputado federal pode recorrer da decisão.

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Brasil: Porta voz da presidência comenta sobre absolvição do presidente Temer

Em comunicado lido pelo porta-voz Alexandre Parola, presidente afirma que houve amplo debate e que instituições do país continuam a garantir a democracia.

O presidente Michel Temer (PMDB), que foi absolvido pelo TSE (Adriana Franciosi/Agência RBS/Agência o Globo)

O presidente Michel Temer (PMDB) recebeu a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) “como um sinal de que as instituições nacionais continuam a garantir o bom funcionamento da democracia brasileira”, disse o porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola. Continue lendo

Marina Silva é internada em hospital de Brasília com fortes dores abdominais

Ex-senadora está em hospital para realizar exames

Marina Silva

A ex-ministra e ex- senadora Marina Silva, líder da Reder Sustentatibilidade, foi internada no Hospital Brasília, na capital federal, após sentir fortes dores na região abdominal. Segundo sua assessoria, Marina deu entrada na unidade no último sábado para realizar exames e monitorar o quadro clínico. A causa das dores ainda está sendo investigada pelos médicos.

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Fantástico mostra a maior apreensão de armas do país

Polícia Civil descobriu que os 60 fuzis apreendidos no Aeroporto do Galeão vieram dos EUA escondidos e responsável é um brasileiro que vive em Miami.

Quinta-feira (1º), Aeroporto Internacional do Rio. Imagens exclusivas mostram a maior apreensão de armas já realizada no Brasil: 60 fuzis novos. Cada arma custou, em média, mais de R$ 8 mil. E seriam vendidas até por R$ 70 mil. Todas iam para as mãos de criminosos.

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A eleição que não acabou

Às vésperas do julgamento pelo Tribunal Superior Eleitoral da chapa Dilma-Temer, VEJA lista sete feridas abertas da eleição presidencial de 2014

Michel Temer (PMDB) e Dilma Rousseff (PT) 

“A eleição de 2014 será, no futuro, conhecida como a mais longa da história brasileira”, sentenciou o ministro Herman Benjamin, relator no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da ação que pode cassar a chapa formada por Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB) em 2014, cujo julgamento começa na terça-feira, dia 6.

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Entenda porque não terá eleição direta, veja os cinco equívocos da demanda por diretas

Por Maílson da Nóbrega – Da veja.com

A eleição custaria muito, traria incertezas e escolheria um presidente com mandato de menos de um ano. Não há justificativa para sua realização

Se Temer não terminar o mandato, o sucessor deverá ser eleito pelo Congresso

Muita gente defende eleições diretas para a escolha do novo presidente da República, na hipótese de antecipação do término do mandato de Michel Temer por renúncia, cassação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou impeachment.

Mesmo que isso acontecesse, a ideia de realizar eleições diretas neste momento padece de cinco equívocos. O primeiro é de considerar que o atual Congresso, com grande parte envolvida em denúncias de corrupção, não teria legitimidade para eleger o novo presidente. Ora, se a eleição direta depende de aprovação de emenda constitucional pelo mesmo Congresso, a justificativa é mais do que um equívoco. É contraditória e uma grande tolice.

Segundo equívoco: o povo deve sempre eleger o presidente. Isso implica condenar a eleição indireta pelo Congresso, prevista no artigo 81 da Constituição sempre que a vacância do cargo ocorrer nos dois últimos anos do mandato. Eleição direta custa muito e leva pelo menos seis meses para organizar, proclamar os eleitos e dar-lhes posse. Tudo isso para um mandato de um ano e meio ou menos. Haveria incertezas antes, durante e depois do pleito. Os constituintes de 1988 construíram uma norma dotada de elevada sensatez.

Terceiro equívoco: mudar a regra no meio do jogo. O êxito de um país se mede, entre outros fatores, pela estabilidade de suas regras constitucionais. O melhor exemplo é o dos Estados Unidos, cuja Constituição foi emendada apenas 27 vezes em seus 234 anos. Não dá para mudar a regra de eleição do presidente por razões ocasionais.

Quarto equívoco: reeditar a campanha das diretas-já de 1984. Essa campanha foi parte da luta pelo fim do regime militar e pela consequente restauração da democracia. Passados 33 anos e aprovada uma nova Constituição, não faz sentido invocar um movimento válido em outra época e em distintas circunstâncias. A democracia está consolidada, apesar de ainda conviver com um sistema político-eleitoral disfuncional e propenso à corrupção.

Quinto equívoco: recuperar o protagonismo do povo. Este o mote do Plano Popular de Emergência, defendido pela Frente Brasil Popular, pelas centrais sindicais, pelos movimentos sociais, e por políticos e intelectuais ligados ao PT. O objetivo é beneficiar Lula, candidato a presidente da República. Trata-se, pois, de campanha que interessa essencialmente ao PT e aos seus simpatizantes. De fato, o tempo joga contra Lula, que é réu em seis ações criminais, corre o risco de virar ficha-suja, de ter a candidatura impugnada e de ver acelerar o processo de declínio de sua popularidade e de seu partido. Quanto antes houver eleição direta, melhor. Seria, assim, um contrassenso tomar uma decisão grave, sem qualquer justificativa plausível, para proveito exclusivo de Lula e do PT.

Essa é uma ideia natimorta. A oposição não conseguiria os dois quintos dos votos, nem o Congresso renunciaria ao poder de, sendo o caso, eleger o próximo presidente.