Maranhão tem oito óbitos e 204 casos confirmados do novo coronavírus

Subiu para oito o número de mortes registradas no Maranhão. A informação foi divulgada pelo governador Flávio Dino por meio de uma rede social, na manhã desta terça-feria (7). Segundo a publicação, o número de casos confirmados subiu para 204. Ainda não há informações oficiais sobre o perfil dos pacientes infectados que foram à óbito.

Ainda de acordo com a publicação, o governador faz um apelo para que a população respeite as orientações de isolamento social. “Reiteramos o chamado à colaboração no que se refere ao distanciamento social. Irei editar ainda hoje medidas preventivas sobre viagens na semana santa. Precisamos evitar que o vírus se espalhe ainda mais”, publicou.

Flávio Dino falou, ainda, sobre editar medidas preventivas sobre viagens durante a semana santa no Maranhão.

Mortes por coronavírus

Ao todo, o Maranhão já registra quatro mortes por Covid-19. O terceiro paciente morreu devido à infecção pelo novo coronavírus foi um idoso de 70 anos, que estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Dr. Carlos Macieira em São Luís. Ele era hipertenso, obeso e diabético.

A primeira morte do Maranhão foi confirmada dia 29 de março, de um paciente de 49 anos com histórico médico de hipertensão e internado em um hospital da capital maranhense. O segundo caso foi de uma mulher de 89 anos, internada em um hospital de São Luís e que tinha histórico de outras doenças, como cardiopata, hipertensão e diagnóstico de câncer de mama.

Quarentena

Por causa da evolução no número de casos, a proibição de funcionamento de diversos comércios e estabelecimentos no Maranhão foi mantida por tempo indeterminado, mas, segundo o Governo do Maranhão, será reavaliada semanalmente. A proibição de funcionamento afeta os seguintes segmentos:

  • Bares, restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos congêneres;
  • Templos, igrejas e demais instituições religiosas;
  • Museus, cinemas e outros equipamentos culturais, público e privado;
  • Academias, clubes, centros de ginástica e estabelecimentos similares;
  • Lojas ou estabelecimentos que pratiquem o comércio ou prestem serviços de natureza privada;
  • “Shopping center”, galeria/centro comercial e estabelecimentos congêneres, salvo quanto a supermercados, farmácias e locais que prestem
  • Serviços de saúde no interior dos referidos dos estabelecimentos;
  • Feiras e exposições;

Indústrias, excetuadas as dos ramos farmacêutico, alimentício, de bebidas, produtos hospitalares ou laboratoriais, obras públicas, alto forno, gás, energia, água, mineral, produtos de limpeza e higiene pessoal, bem como respectivos fornecedores e distribuidores.

Cuidados

Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar as mãos com água e sabão, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas.

Com Informações: G1 Ma

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